As empresas que, em março, venceram o leilão para concessão de 12 aeroportos assinaram, nesta sexta-feira (6), os contratos com o governo, em uma cerimônia realizada no Palácio do Planalto. 

As concessões foram divididas em três blocos regionais, e os contratos são válidos por 30 anos. No bloco Nordeste, o consórcio espanhol Aena Desarollo levou os terminais de Recife (PE); Maceió (AL); João Pessoa (PB); Aracaju (SE); Juazeiro do Norte (CE); e Campina Grande (PB) por R$ 1,91 bilhão. Já o bloco Sudeste foi arrematado pela suíça Zurich Airport Latin America, que ficou com os terminais de Vitória (ES) e Macaé (RJ) por R$ 441 milhões. No bloco Centro-Oeste, o consórcio Aeroeste ficou com os terminais de Cuiabá (MT); Sinop (MT); Rondonópolis (MT); e Alta Floresta (MT) por R$ 40,4 milhões.

O leilão de aeroportos rendeu um ágio médio de 986% sobre o lance mínimo total. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o leilão gerou uma arrecadação, à vista, de R$ 2,377 bilhões para o governo, R$ 2,158 bilhões acima do mínimo fixado no edital. 

Além disso, as empresas deverão fazer investimentos para a ampliação e manutenção dos 12 aeroportos. O Ministério da Infraestrutura estima que, nos cinco primeiros anos da concessão, os terminais receberão aportes na ordem de R$ 1,47 bilhão, sendo: R$ 788 milhões no bloco Nordeste, R$ 302 milhões no bloco Sudeste e R$ 386,7 milhões no bloco Centro-Oeste.

Já nos primeiros seis meses, estão agendadas melhorias em fraldários e banheiros, na sinalização de informações, na oferta de wi-fi gratuito, além da revisão de sistemas de climatização, escadas e esteiras rolantes, elevadores e esteiras para bagagens.


Com informações da Anac

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