O presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Clésio Andrade, considera que uma decisão arbitrária, de redução do financiamento do Sistema S, vai prejudicar o funcionamento do SEST SENAT e os trabalhadores do setor de transporte.

Ele destacou a situação dos caminhoneiros, que já estão prejudicados pelo não cumprimento da tabela de frete, pelas variações do preço do diesel e pelas más condições das rodovias. Com cortes no Sistema S, podem ficar sem treinamentos e sem assistência à saúde. 

“Entendemos que o governo deveria chamar as Confederações e abrir um diálogo. Até agora, não se abriu nenhum diálogo. Está parecendo um governo arbitrário”, afirma Clésio Andrade, ao reforçar que o setor está aberto à negociação.

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