A medidas anunciadas nessa quarta-feira (18) pelo governo federal para minimizar o impacto da pandemia do novo coronavírus (covid-19) na aviação comercial brasileira são positivas, na avaliação do presidente da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Eduardo Sanovicz. “As medidas são positivas e estão na direção correta, neste momento em que enfrentamos a maior crise da história da aviação comercial. Entendemos que foi anunciado o que é possível fazer neste cenário atual, onde as empresas aéreas precisam de alívio de caixa. Entramos numa nova fase, de avaliação permanente a partir da efetivação dessas iniciativas para podermos mensurar resultados e construir os próximos passos”, afirma Sanovicz. 

Cerca de 85% dos voos nacionais e 50% dos voos domésticos já foram cancelados. Além disso, as empresas aéreas flexibilizaram regras de cancelamento e de remarcação de bilhetes, abrindo mão da cobrança de multas e de taxas. 

As empresas aguardam, agora, o detalhamento da linha de crédito anunciada. "Para nós, é absolutamente vital e relevante no sentido de geração de caixa e fôlego que estamos construindo”, acrescenta Sanovicz.

De acordo com ele, o esforço, o entendimento, o alto nível de mobilização e a parceria dos ministérios da Infraestrutura, da Economia, do Turismo, da SAC (Secretaria de Aviação Civil), da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) e do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) foram fundamentais para este primeiro passo.

São três as iniciativas do governo editadas por meio de medida provisória e decreto que afetam companhias, aeroportos e passageiros: postergação do recolhimento das tarifas de navegação aérea, adiamento do pagamento das outorgas aeroportuárias sem cobrança de multas e prorrogação das obrigações de reembolso das empresas aéreas. Clique aqui para saber mais


Com informações da Abear

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