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15/12/2017
Força-tarefa começa a monitorar escoamento da safra na BR-163/PA

Equipes do Dnit posicionam-se em trechos críticos para antecipar e resolver problemas na rodovia

Foto: Abiove

No começo de 2017, condições ruins da BR-163 provocaram perdas para transportadores
No começo de 2017, condições ruins da BR-163 provocaram perdas para transportadores
O governo federal criou uma força-tarefa para antecipar problemas e promover ações emergenciais para evitar os transtornos causados pelas chuvas desta época do ano nos dois trechos ainda não pavimentados da BR-163. São 90 quilômetros – 59 em Novo Progresso e 31 entre Santa Luzia a Trairão. O restante da rodovia está asfaltado. Do total de 710 quilômetros, da divisa do Mato Grosso até os portos do Arco Norte, 620 já foram pavimentados. Mais de 23,8 milhões de toneladas foram escoados por estes portos na última safra.

Os agentes irão monitorar e controlar o tráfego, acionar as equipes de manutenção com caminhões-tanque, carrocerias e maquinários, realizar serviços emergenciais de aterro e drenagem e retenções em locais com infraestrutura.

Além disso, o Dnit firmou um termo de compromisso com o aplicativo de trânsito e navegação Waze especificamente sobre a BR-163. Pela parceria, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes vai contribuir com informações públicas para alertar sobre a situação de todos os trechos de maior movimento rodovia.
A força-tarefa, criada por meio da portaria nº 980, de 8 de dezembro, será reforçada por representantes do Exército Brasileiro, da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e da Casa Civil da Presidência da República.

Em fevereiro deste ano, as chuvas intensas causaram atoleiros e congestionamentos na rodovia, que geraram impactos em todo o setor. Em alguns trechos, situados em Bela Vista do Caracol, os congestionamentos atingiram 50 quilômetros e cerca de três mil caminhões carregados de soja ficaram atolados. O trecho foi recuperado durante o ano, com terraplanagem e drenagem numa parte e revestimento primário de rocha britada em outra, para suportar o tráfego intenso de caminhões.

Fonte: Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil





Agência CNT de Notícias